A Rastro de Luz promoverá
coletiva na semana de Corpus Christi
A Rastro de Luz, operadora de turismo credenciada pela Associação
Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz – ABRALUZ, estará
promovendo mais uma caminhada coletiva, desta feita, no período
de 02 a 09 de junho, na semana de Corpus Christi, oferecendo inúmeras
comodidades aos caminhantes.
Na coletiva, a Rastro de Luz oferece aos participantes, além
da credencial, cajado, livro guia, certificado e seguro pessoal, alimentação,
pernoite, transporte de mochilas, lanche, suco, transporte à
base do Pico da Bandeira, guia até o Pico e entrada no Parque
Nacional do Caparaó.
Maiores informações através do e-mail rastrodeluzmg@yahoo.com.br ou pelos telefones (32) 3741-2679 e (32) 9108-1428 com Vitor Hugo.
Vinte
e nove caminhantes de vários estados do Brasil participaram
da caminhada coletiva ao longo dos 195 km do Caminho da Luz, o Caminho
do Brasil, promovida durante o período do Carnaval (17 a 24
de fevereiro) por Vitor Hugo Cosenza Neves, através da Operadora
Rastro de Luz.
A mini coletiva, a exemplo da coletiva promovida anualmente todo terceiro domingo do mês de julho pela Associação Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz – ABRALUZ, ofereceu aos caminhantes carro de apoio, lanche, café da manhã e jantar coletivos bem como alojamento em casas de famílias, hotéis e pousadas, além de seguro individual.
A
Rastro de Luz montou uma parceria com as casas de família de
Catuné e todos os hotéis e pousadas da região,
credenciando-se para dar apoio aos caminhantes, ciclistas e cavaleiros
da luz. Também foi montada pela Operadora uma parceria com
o Grupo de Apoio Luz do Caminho, que oferece lanche e apoio aos caminhantes.
Todos os caminhantes vindos através da Rastro de Luz são segurados individualmente, destacou Vitor Hugo.
A próxima coletiva promovida pela Rastro de Luz acontecerá no período da semana santa. Maiores informações através do e-mail rastrodeluzmg@yahoo.com.br ou pelos telefones (32) 3741-2679 e (32) 9108-1428 com Vitor Hugo.
Parabéns a você Albino, um visionário, que acreditando em seus ideais, implementou o projeto Caminho da Luz.
Escrevo para agradecer o apoio do casal Tio Jorge e esposa, que com atenção e carinho fizeram daquelas paradas um marco de humanismo.
Ao Vitor Hugo, que tornou a caminhada mais leve e menos penosa.
Deixo aqui meu abraço fraterno a todos vocês que viazilizaram meu sonho de fazer esta caminhada. Com votos de sucesso para o Caminho da Luz, para que outros milhares de pessoas possam assim como eu, perfazerem esta caminhada que com certeza será marcante em suas vidas.
Postei algumas fotos das centenas que bati em: http://sobrinho60.multiply.com/photos/album/45 se alguma interessar é só baixar.
Um novo fenômeno vem afetando o meio ambiente, não o já tão conhecido aquecimento global, mas sim um novo tipo de aquecimento, o aquecimento dos pássaros.
Cabe esclarecer que não se trata de esquentar essas aves com fins gastronômicos, mas sim econômicos. Retirados de seu ambiente natural aos milhares, capturados por traficantes, esses passarinhos podem entrar agora no mercado globalizado, saindo direto dos grotões frios das matas e dos frescos brejais para o lucrativo mercado das aves canoras silvestres. Isto evidentemente após o seu devido aquecimento.
Graças à modernidade que campeia nas terras brasílicas, um trinca-ferro, um azulão ou um coleiro recém arrancado da vida livre por alçapões ou outras artimanhas, transforma-se num passe “internético” de mágica num quentíssimo passarinho comercial. Todo esse maravilhoso fenômeno só é possível graças às facilidades proporcionadas aos traficantes de aves silvestres, por instituições que deveriam estar reprimindo esse crime.
Graças à simples colocação de uma anilha em seu pezinho, o selvagem recém capturado é batizado de “ave nascida em cativeiro”, e ingressa neste altamente lucrativo mercado. A captura de passarinhos tornou -se uma atividade econômica importante na região e vai levando à extinção várias espécies de pássaros que até a pouco tempo eram numerosos em nossos campos e matas. O trinca-ferro ( Saltator similis ) está praticamente extinto na natureza em razão da tremenda perseguição que vem sofrendo, não demorará muito para que outras espécies também desapareçam.
As milagrosas anilhas, além de aquecerem essas avezinhas, fazem também a mágica de teletransporta-las via internet das matas para as gaiolas dos aficcionados, sem que estes corram o risco de serem punidos. Essas fantásticas anilhas distribuidas às dezenas via internet para supostos “criadores amadores de pássaros”, transformaram num mar de rosas a vida de traficantes de aves. Esses criminosos põem em campo um verdadeiro exército de pegadores de passarinhos, capturando os espécimes que serão depois registrados e anilhados como se tivessem nascido em cativeiro, podendo assim ser negociados facilmente.
Isso vem dificultando a ação da fiscalização, promovendo o total extermínio de populações inteiras de aves silvestres e o pior de tudo colocando um órgão público responsável pela proteção dessas aves nesta vergonhosa posição de ESQUENTADOR DE PÁSSAROS. Em troca de medidas demagógicas e eleitoreiras, somos brindados com esse triste espetáculo, o extermínio dos pássaros canoros em liberdade.
Qual a verdadeira função desse órgão? Combater ou facilitar o tráfico de animais silvestres?
Necessária é uma urgente tomada de atitude, do contrário por nossa inércia e omissão seremos futuramente responsabilizados, pela extinção na natureza de diversas espécies de pássaros.
Fábio Quick Lourenço de Lima.
Desde
o dia 13 de fevereiro, o DNIT, através da Construtora Visor,
deu início ao reparo da BR 482 no trecho que liga Carangola
a Fervedouro, que há muito vinha sendo criticado devido ao
péssimo estado de conservação.
Segundo o encarregado da Visor, Leandro Daniel Caetano, a empresa foi contratada para consertar as avarias do asfalto, desobstruir e refazer as canaletas de escoamento de água e tudo aquilo que for necessário para que a estrada possa comportar de forma adequada o fluxo de veículos que por ali transitam.
Enquanto o DNIT procura fazer um trabalho adequado para solucionar o problema, a empresa contratada pelo governo do estado para reparar a rodovia Carangola/Tombos, MG 111, mal terminou o trabalho e a estrada já se encontra esburacada em vários trechos, sendo que em muitos deles os remendos estão abrindo como se fossem “caroços de milho virando pipoca” devido à má qualidade ou a ineficiência do serviço.
Caos nas rodovias.
A estrada Tombos/Carangola encontra-se com vários trechos avariados, colocando em risco a vida de todos aqueles que trafegam por aquela rodovia. Na estrada Vereador Mário Dutra, que liga o trevo a Divino, a situação não é diferente, o mesmo acontecendo na estrada que liga Divino à BR 116.
O escritório do DER Manhumirim andou fazendo reparos nas estradas que ligam o trevo de Espera Feliz à Manhumirim, e do mesmo trevo ao município de Espera Feliz.
A estrada que liga Carangola ao trevo de Manhumirim tem vários trechos deteriorados e um longo pedaço no alto da serra rebaixado.
Na
estrada que liga a MG 111ao trevo de Faria Lemos, um grande trecho
desabou e um outro está rebaixando devido ao grande volume
de água que escorre das paredes à margem daquela rodovia.
Também naquela estrada existem vários
buracos que colocam em risco a vida dos usuários.
O diretor do DER Manhumirim, Marcelo Rodrigues, lamentou o fato de que o DER tenha que atuar nos momentos de catástrofes e disponha de pouca condição para atuar na área da prevenção, tendo em vista a grande extensão de estradas assistidas pelo escritório regional de Manhumirim.
Já está pronto o regimento interno que vai determinar a forma da eleição da nova diretoria do Circuito Turístico Pico da Bandeira, formado pelos municípios de Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Caiana, Caparaó, Carangola, Espera Feliz, Faria Lemos, Luisburgo, Manhuaçu, Manhumirim, Martins Soares, Pedra Dourada, Reduto, Simonésia e Tombos (MG) e Dores do Rio Preto (ES), que acontecerá no mês de março, segundo anunciou o gestor Francisco Melo.
O presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico Pico da Bandeira, Sebastião Sales Rodrigues, prefeito de Caiana, disse que a atual diretoria teve um papel preponderante na consolidação do circuito, conseguindo junto ao governo do estado a certificação do mesmo, dando-lhe corpo jurídico e legal para que o circuito possa encaminhar projetos junto aos governos estadual e federal objetivando o desenvolvimento turístico para todos os municípios que fazem parte do circuito. Sobre a eleição da próxima diretoria, Sebastião Sales disse que a escolha deve recair sobre os ombros de alguém que tenha disponibilidade para atuar junto aos participantes do circuito e aos órgãos governamentais, de forma a acelerar o processo turístico regional.
Foi lançada em todo o país, no dia 21/02, a Campanha da Fraternidade 2007 da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, que este ano tem como tema “Fraternidade e Amazônia” e como lema “Vida e Missão neste chão”.
Segundo a CNBB, um dos objetivos da campanha é chamar a atenção para a questão ambiental, sempre relacionada à região com seus grandes rios e florestas, mas também com problemas como a devastação do verde, invasão do território por projetos agropecuários e ameaças à biodiversidade.
O outro objetivo é um alerta para os problemas sociais e antropológicos da Amazônia. Entre eles, estão a agressão à cultura indígena, esvaziamento do território, conflitos agrários, crescimento desordenado dos centros urbanos, falta de infra-estrutura e de serviços públicos, desemprego e violência.
Uma terceira proposta da CNBB é a ação evangelizadora na região. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil chama a atenção para o fato de que diversas novas áreas de povoamento na Amazônia necessitam de assistência religiosa às populações e de estruturas de vida eclesial.
O deputado estadual Durval Ângelo considerou de grande pertinência o tema abordado pela Campanha da fraternidade 2007. Segundo ele, a conscientização para a necessidade de preservação ambiental há muito, deixou de ser somente uma bandeira ecológica de militância para se transformar em questão urgente, de sobrevivência da humanidade. “É fundamental e mais do que pertinente resgatar a discussão sobre a Amazônia”.
Sabemos que o Brasil abriga quase 15% da água doce do mundo e 2/3 estão na Amazônia. Além da defesa das águas e da nossa biodiversidade, a Campanha da Fraternidade remete a outra problemática de extrema relevância: a da salvação de nossos povos indígenas, pois 70% deles estão na Amazônia. Alia-se a estes pontos o fato de que a campanha tem também um tom de denúncia, principalmente no que se refere ao agronegócio, que está, cada vez mais, invadindo e devastando a floresta Amazônica e, conseqüentemente, comprometendo a sobrevivência dos índios que lá vivem. “Mais do que defender a Amazônia, esta campanha é um grito em defesa de ‘Gaia’’, do nosso planeta Terra”, resume o parlamentar.
A
reserva de proteção ambiental Água Santa de Minas,
criada através do decreto 067/2003 para proteger o bioma da
Mata Atlântica em uma área de 6.120 hectares dentro do
município de Tombos, com o apoio da Prefeitura Municipal de
Tombos, UNIG e SAE, terá inaugurada em breve uma sede para
apoio aos pesquisadores e também aos turistas e Caminhantes
da Luz.
A sede da reserva está sendo construída em uma casa de colono que está sendo reformada na Fazenda Oliveira.
A Unidade de Conservação visa o uso sustentável da área “dotada de atributos abióticos, estéticos e culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem estar da população humana”.
O secretário municipal de meio ambiente de Tombos Geneci Izidoro destacou que o prefeito de Tombos, Ivan Carlos Andrade, e o proprietário da fazenda Oliveira, João Vidigal, têm dado todo o apoio para a construção da sede e a conservação da unidade. Geneci ressaltou ainda que o centro de apoio aos pesquisadores também será de suma importância no apoio aos milhares de caminhantes da luz que percorrem esta importante via de peregrinação, tendo em vista que a obra está sendo construída às margens do Caminho da Luz.
Está sendo construído na estrada antiga Carangola/Caiana um Interceptor-Estação Elevatória no valor de R$ 1.025.486,48, obra realizada com recursos da cobrança pelo uso da água na bacia do rio Paraíba do Sul através do CEIVAP- Comitê para Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que está disponibilizando a verba de R$ 800 mil. O Interceptor visa o tratamento do esgoto do rio Carangola.
No local está sendo construída a Linha de Recalque-Emissário e servirá como área de depósito de lodo.
A estação de tratamento de esgoto de Carangola é um importante passo para a preservação das vidas animais e vegetais que habitam ao longo e dentro do rio Carangola.
O grande volume de água que caiu nos meses de janeiro e fevereiro causaram significativos prejuízos a toda região, sendo que o município de Carangola foi um dos mais prejudicados, tanto na sede como na zona rural, devido à falta de proteção adequada para o aumento da infiltração da água.
A falta de cobertura vegetal, de matas nos topos dos morro, de valas em curva de nível, de cacimbas, bacias de contenção d’água e barragens de contenção e a ausência da mata ciliar são alguns dos fatores que fizeram com que grande quantidade de terra descesse dos morros, invadisse as ruas, entupisse as redes pluviais, assoreasse os ribeirões, córregos e rios, destruísse as estradas rurais e as pontes, causando sérios prejuízos.
Se medidas enérgicas e urgentes não forem tomadas, conforme as que vemos no desenho (anexo) elaborado pelo serviço autônomo de água e esgoto de Manhuaçu, a tendência é a situação piorar a cada ano que passa.
Curador do Herbário Guido Pabst há mais de 20 anos, o pesquisador Lúcio de Souza Leoni é reconhecido em todo o mundo como um profissional competente e que muito contribui com a ciência mundial.
Leoni mantém intercâmbio com os principais institutos de pesquisas botânicas de todo o mundo e, ao longo de sua vida, catalogou uma coleção expressiva de espécies vegetais, dezenas delas novas para a ciência mundial, outras raras e outras ainda as primeiras aparições no Sudeste e em Minas Gerais.
Já há 15 anos, Lúcio Leoni tem seu Herbário instalado no Campus da FAFILE/UEMG e foi graças ao seu acervo e às suas pesquisas que aquela instituição educacional conseguiu a certificação para a implantação do Curso de Biologia.
Apesar de ser uma instituição educacional, a FAFILE/UEMG é uma entidade que varia seu direcionamento de acordo com a posição política de quem o governador nomeia para sua direção.
Durante o período em que membros dos partidos PFL e PMDB estiveram à frente daquele educandário, o Herbário sempre foi visto como uma entidade importante para a Faculdade e tratado com o devido carinho e respeito pelas direções, com raras exceções.
No tempo de Sérgio Luiz Montes (PFL) à frente da Faculdade, Leoni recebeu todo o apoio e pôde desenvolver um trabalho mais profícuo para o Herbário e, consequentemente, para o avanço na área de pesquisa do educandário, dando à Faculdade uma importante contribuição para as pesquisas, chegando mesmo a criar um Museu Botânico, que foi desarticulado pela sucessora de Sérgio Montes, Adelaide Knupp (PMDB), que optou por retirar de lá o único funcionário que ganhava um salário mínimo mensal, tornando inviável a manutenção do Museu, até ao ponto de ele ser deixado de lado e o terreno devolvido ao antigo proprietário Renato Vargas, conforme contrato feito entre as partes.
Através do trabalho desenvolvido pelo Herbário, foi realizada a construção de um prédio de dois andares, onde funciona o Centro de Pesquisa Botânica da entidade e também onde está armazenado seu acervo.
No mandato do ex-presidente Rubens Darowisch, o Darô (PMDB), o professor Braz Cosenza tentou implantar no Campus um outro Herbário para fazer frente ao Guido Pabst, sendo vetado pelo presidente com o argumento de que tal atitude era “totalmente descabível, já que o Herbário Guido Pabst é uma entidade comprovadamente competente, com mais de 20 anos de pesquisas e atende a todas as necessidades da faculdade”.
Com a entrada do professor Inácio Drumond à frente da FAFILE/UEMG, Leoni acreditava que seria melhor ainda o seu relacionamento com a entidade, por se tratar de alguém ligado à Educação. Porém, para sua surpresa, logo de princípio, Inácio permitiu que o professor Braz Cosenza, membro do Conselho do qual ele é subordinado e é o presidente, desse início à implantação de um outro herbário na Faculdade, mesmo sem ser credenciado profissionalmente para isso. Como se não bastasse, propôs uma redução no repasse do pagamento dos serviços prestados por Leoni, curador do Guido Pabst, de 62%, deixando o pesquisador completamente desorientado, pois se seu salário já era insuficiente para a manutenção do Herbário e de sua família, com tal redução ficou ainda mais prejudicado.
Inácio argumentou que a Faculdade passava por dificuldades financeiras e que necessitava fazer tal redução salarial.
O presidente também demitiu vários funcionários, muitos dos quais trabalhavam em áreas especializadas, que ficaram deficitárias com a saída desses funcionários. Para as demissões, Inácio alegou contenção de despesas. No entanto, fez novas contratações.
Diante das imposições e retalhamentos que vem sofrendo com a atual direção da FAFILE, Leoni está ponderando em aceitar um dos convites feitos por entidades educacionais do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Se isso acontecer, a atual direção da Faculdade estará perdendo justamente seu principal Centro de Pesquisas, que muito contribuiu para a implantação do curso de biologia naquele educandário.
Outro fator que tem sido observado por alunos e pelos pesquisadores de mundo todo que visitam anualmente o Guido Pabst é que, por uma questão de rixa pessoal, o professor Braz Cosenza, chefe do Departamento de Biologia, não permite que seus alunos aprimorem seus conhecimentos fazendo estágios no Herbário Guido Pabst.
Procurados pela Folha para falar a respeito, na Faculdade sempre informam que Inácio e Braz não estão ou que não podem atender.
A Associação Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz – ABRALUZ, entidade que dá apoio à rota de peregrinação Caminho da Luz, o Caminho do Brasil, que tem início na cidade de Tombos e termina no Pico da Bandeira, passando por Catuné, Água Santa, Pedra Dourada, Faria Lemos, Carangola, Caiana, Espera Feliz, Caparaó e Alto Caparaó, foi reconhecida como Entidade Pública Municipal em Carangola, sede da mesma, em 2006.
O ano de 2006 foi encerrado com mais um reconhecimento para o Caminho da Luz quando, no dia 29 de dezembro, o governador Aécio Neves assinou a lei nº 16.580/2006 declarando de Utilidade Pública Estadual a ABRALUZ. A lei assinada pelo governador é resultado de uma indicação feita pelo deputado estadual Durval Ângelo, aprovada pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
No dia 05 de janeiro de 2007, através da lei nº 16.556/2007
também assinada pelo governador Aécio Neves, foi instituído
o “Dia do Caminho da Luz”, a ser comemorado anualmente
no terceiro domingo do mês de julho, o que representa um importante
marco na história do Caminho e do turismo da região.
Antes de ser instituído pelo governo do estado, o “Dia
do Caminho da Luz” já havia sido instituído pela
Câmara Municipal de Tombos e anteriormente, pela Câmara
Municipal de Carangola.
“Para
nós é uma grande satisfação o reconhecimento
da ABRALUZ como Entidade de Utilidade Pública através
da lei assinada pelo governador do estado, haja vista que desde o
momento em que criamos o Caminho da Luz, em 21 de julho de 2001, sempre
trabalhamos sem fins lucrativos para dar sustentação
e fazer existir esta importante rota de peregrinação
que há séculos já era percorrida pelos índios,
tropeiros e aventureiros”, ressaltou o presidente da ABRALUZ
Albino Neves, lembrando que “cada passo dado é mais um
em direção à consolidação do Caminho
da Luz e quando a ABRALUZ é reconhecida como entidade de Utilidade
Pública abrimos uma importante porta para que possamos
desenvolver projetos que visem o bem estar e o amparo aos caminhantes
e a preservação ambiental, cultural e histórica
dos 8 municípios que fazem parte da rota de peregrinação”.
Albino Neves anunciou que o próximo passo é o encaminhamento dos documentos para o Congresso Nacional onde “esperamos a aprovação de lei que reconheça a ABRALUZ como Entidade Pública Federal”, enfatizou o presidente.
Ao
lado do marido Zito, familiares, membros da Igreja Maranata de Pedra
Dourada, do presidente da Associação Brasileira dos
Amigos do Caminho da Luz - Albino Neves, do sócio-gerente da
Rastro de Luz - Vitor Hugo Cosenza Neves, do músico e compositor
João Francisco, do grupo Cambada Mineira e de 28 Caminhantes
da Luz que participavam da caminhada coletiva promovida pela Rastro
de Luz, Dona Ana de Oliveira, proprietária da Pensão
Albergue de Pedra Dourada, completou 78 anos.
O
aniversário de D. Ana foi marcado por muita emoção,
confraternização e uma festa regada a bolo e refrigerante.
Durante o dia, D. Ana contou para os convidados uma pouco de sua sofrida
vida, lembrando sempre que “a dor do corpo é pequena
diante da conquista do espírito”.
Membros da Igreja Maranata cantaram vários hinos em louvor a Deus e à aniversariante que, emocionada, agradeceu a presença de todos dizendo ser aquela a primeira vez em toda a sua vida que ela havia tido uma festa de aniversário.
Albino Neves saudou D. Ana em nome da ABRALUZ e dos caminhantes falando um pouco sobre sua vida e lembrando que seu coração é maior do que o seu próprio corpo e que, se Deus não tinha lhe permitido gerar um filho, tinha lhe dado muitos filhos ao longo de sua vida, entre eles sua mãe, seus cunhados e agora, como ela mesma diz, “os Caminhantes da Luz que ‘trouxeram uma luz para a sua vida e como é sabido, um sorriso pode levantar um morto’” fazendo das palavras da aniversariante suas próprias palavras.
Em
recente reunião realizada em Vila Velha, Espírito Santo,
na presença do organizador dos Passos de Anchieta e do Caminho
do Imigrante Carlos Magno de Queiroz (Lilico), o presidente da Associação
Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz - ABRALUZ, Albino Neves, nomeou
em nome da diretoria da entidade, a caminhante Gláucia Baratela
representante da ABRALUZ naquele estado.
Segundo o presidente, Gláucia fez parte do primeiro grupo de Caminhantes da Luz e é, como ele, a única caminhante a percorrer o Caminho da Luz em todas as Caminhadas Coletivas promovidas pela ABRALUZ desde julho de 2001.
“O
Caminho da Luz tem sido percorrido durante todo o ano por caminhantes
do Brasil e do exterior e as caminhadas coletivas visam um momento
de confraternização entre os caminhantes e as comunidades
ao longo do Caminho. No entanto, devido ao número crescente
de caminhantes, ano a ano, querendo participar da coletiva e à
estrutura limitada que temos para esse
fim, pretendemos nomear representantes da ABRALUZ para que eles possam
responsabilizar-se em fazer as reservas dentro do limite apresentado
pela direção da entidade. Portanto, no Espírito
Santo, a nomeação de Gláucia visa assegurar aos
capixabas um número de vagas que será preenchido diretamente
com ela e enviado à ABRALUZ” ressaltou o presidente Albino
Neves.
Milhares
de foliões estiveram na passarela do samba em Carangola atraídos
pelo tradicional grupo Tá Quem Güenta, que não
participava do carnaval carangolense desde 1994. Os jovens que acompanhavam
pelas ruas da cidade o grupo criado na década de 80 pelo cantor
e compositor João Francisco, juntamente com Carlinhos Du Pote,
Babão e Zé Luiz (in memoriam), hoje senhores casados
e pais de família, estiveram presentes ao show que aconteceu
no dia 17 com início as 23 horas e término à
1 hora do dia 18.
Gente de toda região veio a Carangola para assistir à apresentação especial, que só se tornou possível graças ao apoio e patrocínio da Farmácia de Manipulação Aequilibrium, através da Dra. Daniele Andrade e do Dr. Silvio Di Mingo, numa produção executiva de Rita Rios de Oliveira.
O Tá Quem Güenta fez a apresentação especial para o lançamento do CD “ As Dez Mais do Tá Quem Güenta” que conta com uma faixa bônus intitulada “Saudades de Carangola” e outra virtual com fotos, depoimentos e vídeos.
João Francisco, compositor das músicas, participou da apresentação do Tá Quem Güenta com voz e violão. A banda foi composta por Messias Correia (voz e guitarra), Edgard Filho (voz e teclado), João Gabriel (teclado), Mário Zazv (baixo), Luiz Makarra (bateria), Breganight e Ailton (percussão) e contou ainda com a participação especial de Rita Rios e Pardal Meireles.
A participação do Tá Quem Güenta no carnaval carangolense conseguiu a maior aglomeração de foliões de toda região e contou também com o apoio de Henderson Medeiros (Bolota), um dos organizadores do carnaval por parte da Prefeitura Municipal de Carangola.
O carnaval carangolense ainda teve a participação
do DJ Alan Massini e das banda Pinel Mania, Marquinho Miragem, Mega
Ton, Pagodaço, Recent Mania, além do trio elétrico
Papaxé e Boi Pintadinho.